31/03

O melhor e o pior da vida: batizar e ser batizado.

Se a música ajuda com o design estático, imagine com vídeo.

30/03

Usa-se “Qual é mesmo?” quando se ignora o assunto.

Uma grosseria tradicional e comum como a própria irrelevância é interromper a fala do outro.

29/03

Uma das poucas características comuns ao turismo interiorano é a mania das classificações comparativas, do gênero “A terceira maior praia da américa latina”, “O quinto melhor clima do mundo”, “A sétima igreja não-Barroca já construída”, entre outras.

Além da conveniente imprecisão e dos exageros nativos, esse tipo de informação pouco acrescenta, senão para fiscais turísticos.

28/03

Essa estranha mania de achar que tem alguém me odiando.

27/03

Erro tem diminutivo?

26/03

E se um dia vier a usar um colete explosivo, será em meu nome.

Por que tantos no exterior descolam-se da responsabilidade?

25/03

– Você não veste a camisa do design?
– Não tem o meu número.

24/03

Negócio para enlouquecer: fone de ouvido com mal contato.

23/03

São as piores horas as escolhidas por aqueles com mania de interpor-se gratuitamente para chamar a atenção ou pedir um carinho.

Divulgar-se fã inclui atribuir a preferência, dentro do conjunto, ao que de mais específico e desconhecido há.

22/03

Deu n’O DIA: “Assim como os simples admiradores de Mac, muitos usuários de PC foram ao evento apenas para conferir as novidades da Apple e conhecer suas possibilidades. Foi o caso do empresário José Bessa, 27 anos, dono de uma firma multimídia, que sempre usou PCs, mas acabou se rendendo ao Mac. ‘O PC é muito bom, mas quero ampliar minhas possibilidades’, empolga-se Bessa, que uma semana antes do evento encomendara um G4.”

“Render-se” e “Empolgar-se” – verbos que não nos pertencem.

Signo, vulgo desculpa.

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