29/04

Três e quarenta e três da manhã de domingo, e finalmente posso ir pra casa descansar, creio.

Uma curiosidade de fim de noite: Sabe para quantos países o Design de Bolso é enviado, de graça? Quinze, contando o Brasil.

Engraçado, eu não sabia que o Simba Safari era tão emblemático na vida paulistana. Quando estive ali, e lá se vão pelo menos 15 anos, não curti muito, a bem da verdade. Pode ser impressão de criança, mas fiquei com uma imagem de animais velhos, cansados, como que integrantes de uma repartição pública. O camelo, então, precisava urgentemente de Biotônico Fontoura, que naqueles tempos ainda era permitido.

Enfim, ao que parece, eu estava errado. Ou não.

Duas e quarenta da manhã de domingo, e o trabalho prossegue no escritório, adiantando a resposta dos e-mails, já que o período diurno está dedicado ao trabalho nos dois vídeos em andamento. Estou ficando cansando, pra falar a verdade…

O nobre Tom-B está na cidade, mas estou com pouco tempo, infelizmente. Vou tentar encontrar uma brecha para o convescote com o colega, que merece toda a atenção. Há muito o que se conversar, e que beber, evidentemente.

26/04

Correu tudo bem no Interdesigners 2001, sob qualquer ponto de vista. A palestra fluiu como de costume, e o Freak Show mostrou serviço, chegando a me agradar pela primeira vez, acredito.

A recepção, por parte dos participantes e organizadores, foi ótima, injetando um pouco mais de ânimo nesse cotidiano insano, ao qual os trabalhos têm nos exposto. Creio que tudo venha a melhorar paulatinamente, e que o N seja mais uma grande etapa do ano.

E nesse domingo tem mais Freak. I vamu qui vamu.

24/04

About Me” em blog geralmente se presta a reforçar o que o autor não acredita estar claro no texto – ou, em verdade, à negação através de um discurso.

21/04

Flanelinha:

– Deixa o carro solto, bacana.
– Por que? Aqui, não atrapalha os outros.
– Veja bem, não é uma questão de precisão, mas pode precisar.

Apresentação do FCLG no Baurú. Porrada total. Não foi excepcional como o do Espaço Sérgio Porto, mas ainda assim lavou a alma. A intro de um tema funkeado, na segunda parte do show, escorre como manteiga em pão quente, e refresca como o vento no rosto, naquela tarde de sábado, manja?

Enfim, coisa de sujeito homem.

20/04

A atitude underground é que nos redime, mas a mentalidade underground é que nos atola.

Sou introduzido ao grupo, presente ao restaurante Lamas para um almoço no domingo de Páscoa. Conversa vai, conversa vem, sou “re” apresentado com o nome de guerra:

– Elesbão? Puxa, cara, gosto muito do seu trabalho, muito mesmo. Pô, legal te conhecer!
– Opa, obrigado. Você está se referindo a algum trabalho, especificamente? Seria o Design de Bolso?
– Não, tô falando daqueles funks, da melô do Star Wars! Muito bom aquilo. Fulano
(chamando o colega de mesa), já ouviu isso?
– Claro, lá no trabalho rola direto! Irado!

Cai o pano.

Mau Sapão, mau Sapão…

19/04

Por que a maioria dos pastores católicos tem uma dicção estranha, quase uma caricatura estrangeira?

18/04

O problema da humanidade não é o conteúdo, e sim a validade.

Sabedoria popular, parte 2:

Só fica rico, quem é rico.

Sabedoria popular, parte 1:

Quanto mais você trabalha, mais você trabalha.

14/04

Sexta feira 13 dando as caras: Um avião da Fly sofreu despressurização, e fez um pouso forçado no Galeão.

Muito por acaso, o compadre Hiro estava com uma viagem marcada, pela referida companhia, na mesma data. Levando-se em conta que a frota da empresa é composta por três naves (uma canibalizada, e duas em uso constante), a roleta russa fica mais evidente.

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