31/07

Tamanho não é documento, e sim referência.

O crime, calado, ainda o é.

30/07

O homem contemporâneo ainda aguarda o bugfix.

Pior é saber que a realidade não abre mais espaço para a neurose.

29/07

Você aprende praticamente tudo até os 25.

Mas, é o resto.

28/07

A gente vive a natureza das conclusões imaturas, como também a felicidade por não externar de tudo. Poupa-nos da vergonha futura.

Quem espera lançamento é pedra.

Quase todo título revela a dúvida autoral.

26/07

À maneira como nos fiamos em expectativas, o conhecimento acaba como um passaporte para a decepção.

Eu quero mais é que se foda.

25/07

Sorria, você está sendo formado.

24/07

O evento mais importante do calendário pessoal chega ao fim. Durante o Anima Mundi, sem receio, transfiro o título para o CCBB.

O blog é o memorial da vergonha alheia.

23/07

– É você, quem vai fazer?
– Espero não ter o prazer; quer dizer, torço para não ter. Farei de tudo para evitar esse prazer.

– ‘tá em casa, ou trabalhando?
– “Ou”?

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