31/12

Elis e Hermeto = Ali e Frazier.

Vale puxar pela teoria do detector de ruídos gratuitos, o Boçalímetro. Experimente fornecer a várias pessoas um objeto produtor de qualquer barulho primário, como buzina, chocalho, apito ou corneta. Havendo manipulação, identificar-se-á.

30/12

A vida é a arte do engodo.

O design numismático é um fetiche.

29/12

É tanta gente boa morrendo, que você já desconfia.

Realizou-se hoje a já centenária – mudou o século – confraternização das Organizações Elesbão e Haroldinho, com presença integral no La Trattoria, em Copacabana.

Da Cássia Eller, uma lembrança dos belos stills durante a produção dos filmes de Free Jazz, e dos avistamentos noturnos próximos ao escritório. Fará falta.

Não é a importância que se atribui às festividades, mas o preenchimento de uma carência qualquer que lhes compete.

Velhinho bom é velhinho morto.

28/12

Vozes não faltam. É o repertório.

A esposa de Motumbo é puxadora.

Tem algo mais chato que gente que tampa seus olhos, pedindo para adivinhar?

Será que, nos EUA, donut é propina?

Se a marca por vezes vai de encontro, quando há uma assinatura comemorativa, então, o resultado raramente foge da implosão.

27/12

Jabá: The Birth of The Cu.

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