28/02

– Eu não sei aonde quer chegar.
– Eu sei para onde eu quero que vá.

Cocô, puro, não vende.

Aponte uma câmera.

Pedido, você faz ao garçom.

Conversas em família encharcam o álbum de fotografias.

– Uma hora a ignorância acaba.
– Duas horas.

No cartaz: A frente do seu tempo.

Serão os faróis?

27/02

– Onde fica a maior ONG do Estado?
– Palácio Guanabara?

Rita Lee cantando Beatles? Imagine o couvert.

– Eu poderia escrever mais.
– Você poderia dizer menos.

Romero Britto é coisa de pobre.

26/02

– Eu não entendo os anúncios.
– Você entendeu.

Antigamente foi ontem.

Por dentro eu vivo uma guerra civil.

Como peça de design, o orelhão é absoluto, conciso e num preciosismo que escapa às insensadas e corpulentas cabines telefônicas estrangeiras.

Só não pode adaptar o desenho, ou criar variações temáticas que soam como trocadilhos de projeto. Aí, fica feio demais.

Pena que a Joana Prado tenha virado um bujão de aminoácidos.

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