Em Política, generalizar depreciativamente é democrático.
Vinte e três seções resumem esse Anima Mundi, encerrado por Vampire Hunter, cuja ilustração, aliás, adornou a quarta-capa do primeiro exemplar de minha dileta revista, Japanimation Magazine, em 1992.
Coube ao prestimoso time do Anima Mundi, proporcionar acesso a uma película do mestre Miyazaki.

Junto a tantos colegas – alguns dos quais parceiros de pesquisa e descoberta no universo da animação –, estive entre os dez primeiros para a exibição no Odeon, qual criança afoita pelo herói. Tudo de acordo.

Dever cumprido, resta a torcida para as próximas.
As televendas insistem que seus produtos – do cinzeiro à máquina de fazer pão – foram desenvolvidos por engenheiros como os da NASA. E batem no ponto.
Por associação reversa, você entende a proeminência aeroespacial chinesa.
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