31/12

Reinterpretando um fragmento da primeira multimídia do escritório:

Ninguém merece anúncio com lição de vida.

A realidade não pode ser pior que a imaginação – a não ser para o motorista de um trio elétrico; o vizinho do Fausto Silva; o roteirista do João Kleber; o câmera do Sérgio Mallandro; o maquiador do Gugu; o professor do Alexandre Frota; o diagramador da G Magazine; o…

Uma empresa desenvolveu o CD que “apodrece”.

Vai ter major processando.

Mesmo que em tantas situações resuma-se à simplória manipulação, o trocadilho também se presta a novas conexões comunicativas.

Com parcimônia, naturalmente. O problema é que vicia.

30/12

A concorrência.

Esporte radical é jogar Paredão, pelado.

Stanley Kubrick e José Mojica Marins.

Não precisa chegar a paixão: não falta quem, a pretexto de profunda amizade, lhe exija recíproca. Eis uma reclamação cíclica.

A Voz do Brasil é uma obrigação.

29/12

Um assunto recorrente em BBS ou Usenet, era a suposta composição de produtos consagrados. Sobre um livro que prometia revelar a Merchandise 7x, transcrevo de memória um executivo:

Se você souber a fórmula, gastará tempo e dinheiro para reproduzi-la. Perseverando, poderá lançá-la comercialmente com um nome sem tradição. Prosseguindo, nós o processaremos.

Isso ainda me lembra uma clássica nota sobre os direitos autorais da marca Hells Angels no Brasil, publicada em jornais alternativos há tempos. Proteção na bala ou no tiro.

Não apenas são apenas os Raelianos a incentivar a clonagem. Com os emissários, a CEDAE aproveita e encaminha para a Ilha de Caras.

A areia sempre esteve aí, mas a gente tinha que inventar a pólvora.

O mundo fica previsivelmente estranho ao deslocar aquele que não consome ilicitamente em quantidades “confortáveis”. Tais rótulos estilísticos predam perigosamente a liberdade.

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