
Eu realmente já pensei em uma noitada em Las Vegas, encerrando com o casamento relâmpago em uma dessas igrejas que têm o Elvis como sacerdote.
Se a humanidade padece de um entendimento linear, literal, o “gene português” parece apontar uma raiz.
É louvável o empenho geral pela informação e a busca de referências externas que possam, em alguns casos, nortear propostas de estudo no contexto internacional – mas há, também, um viés passivo, uma excessiva prostração em descompasso para com a primeira pessoa. Poucos largam do voyeurismo para trabalhar. Poucos mesmo.
Podemos e devemos recuperar o que a mistura nos proporciona. Aplauda e reconheça o mérito alheio, mas encare-o nos olhos. Chega de reprodução.
Que há um desajuste entre discurso e atitude, é humano. Vez em quando, porém, acordamos com a sensação de uma crise de prioridades. Se é do autor, dos envolvidos ou dos comunicantes, fica aí a pergunta.
Se existe memória das intermináveis viagens a São Lourenço, a maior é culinária. Há anos não vejo um Triângulo Mineiro, inclusive.
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