– O trabalho ficou bom?
– Acho que é o que o cliente quer.
– Pô, não precisa ofender.
São tantos os chineses, que seu exército venceria correndo na direção inimiga. Atropelamento feroz, rapaz.
A política de segurança “Embratur” não tira o Beira-Mar da primeira página, lembrando sua visita ao Forum há alguns meses, o rebuliço e os suspiros das serventes com a presença risonha e vitoriosa pela atenção nas cercanias. O exercício do poder fascina para o bem e para o mal, e não há qualquer novidade. Monica Levinsky? A atualidade vai com o falo bélico, parece.
Sobre a advogada e a remuneração, o óbvio rasga e assume a perplexidade, lembrando o velho pensamento que vaticina a vizinhança de toda a sorte de “malandros”. É como consumir o ilícito – do contrabando à droga – e não entender-se como processo de um mesmo esquema.
Eu, tu, eles. Nós, vós, eles. Consciência.
Meu interesse pelo material alternativo é cíclico, e percebo novamente o retorno do não-convencional. Festivais, apresentações, catálogos, o que houver em qualquer instância artística, preciso me informar.
Ainda aproveito a saudade de Recife, e apareço por lá em um Abril pro Rock.
Não é um elogio, mas a constatação e concordância com o que outrora afirmara o Jabor, que o Homem-Bomba é a grande arma tecnológica contemporânea. A variante mais grave, o mártir insuspeito, é um dos próximos desafios internacionais – ou ignoram que o americano afeito aos apelos extremistas, não titubeie em explodir-se contra os seus?
The hole is downstairs. Again.
Esses roteiristas e suas idéias:

Crer para ver. Nossos comerciais, pelo amor de Deus.
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