30/09

São ingênuas as competições pelo maior insone: esse povo não sabe o que é trabalhar com os criativos.

Ps.: Se eu soubesse que isso dava prêmio…

Premiação é coisa de pobre.

29/09

Uns tantos de vacilo, outros muitos de vassalo.

28/09

Pela imprensa, as unidades comparativas preferidas: campo de futebol e planeta. Terra.

Fora o público do Maracanã “lotado”, que varia como poucos.

Na rua, o veículo: Escolarbus.

1 + 1 = 11.

27/09

Vai ao ar a segunda edição do programa +D, que visitou o escritório para acompanhar nosso trabalho experimental com as alterações de marca. No site, o comentário escorrega na compreensão: Chris Nicklas entrevista os designers Elesbão e Haroldinho sobre as logomarcas falsas que eles criam.

Não é isso, e não vou explicar mais uma vez.

Update: No vídeo, o equívoco repetiu-se em menor escala, mas permaneceu o sintoma. Previsível.

Valeu a exposição, anyway.

O Metrô ainda se anunciava ao Largo do Machado na ocasião da estréia, se bem lembro. Ponha tempo e emoção nisso.

A antológica reexibição vale o madrugar e a foto com o ídolo:

© Dominique Valansi

Pela contribuição de logotipia do curta Bala Perdida, comparecemos à Première Brasil do Festival do Rio. Tela grande, películas novas e áudio limpo. Faltou apenas a oportunidade para debater Amor só de mãe com o diretor, Dennison Ramalho.

Na seqüência, a estréia de Marcelo Masagão e seu relativamente interessante 1,99 – Um Supermercado que vende Palavras: um futuro “clássico” nacional-cabeça, talvez.

26/09

Ainda patino pelo mistério da tipografia adotada nos cartazes de cinema. Seria a perspectiva dos letreiros nas fachadas, uma inspiração?

O legal da Internet é que ela guarda tudo.
O ruim da Internet é que ela guarda tudo.

25/09

A compulsão pelo aplauso leva o público à gratuidade.

Deve ser muito estranho morar em um retângulo como Colorado e Wyoming, entre outros-quase.

Para trabalho escolar, impressos e televisão, é uma beleza.

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