31/10

Perdendo ali, ganhando acolá… é a vida que se apanha.

E o domínio do History Channel, thc.tv?

30/10

29/10

Ainda caso com uma concertista.

Procuro compreender o alcance real de cada interferência e seu autor – em qualquer instância –, com vistas ao crédito proporcional. É extremamente desagradável observar a generalização.

28/10

– Estamos com alguns trabalhos engatilhados.
– Legal!
– É, deve ser.
– Deve?
– Não existe trabalho legal, antes.
– É, é verdade.
– É um aprendizado valioso.

27/10

Vai negando o conselho para garantir o consolo.

26/10

O que determina um título como “Terceiro melhor clima do mundo”? Há ranking, disputa anual?

Seria aquele galo da temperatura, o troféu?

25/10

Devemos uma apresentação afinada, mas valeu a participação no Congresso de Tipografia.

– Tipografia é blah, blahblah…

– É a Serifa da sua mãe…

A dica certeira do maestro Faria:

Para o cardápio italiano mais amplo, recomendo a cantina Jardim de Napoli. Não tem aquele monte de tralha pendurada, tipo camisa de jogador de futebol, provolone, fotografia de artista, bandeira de clube, garrafas de vinho e o escambau pra fazer gênero. Tem o que importa: rango do bom.

Pertence ao boa-praça Toninho Buonerba, filho do casal italiano fundador. É o único lugar de SP que fabrica dentro de casa o macarrão parafuso (tortiglione ou fusilli, como queira chamar). É feito numa máquina que o Boni deu de presente ao Toninho, homenageando a cozinha. O Toninho, aliás, foi o criador do Polpettone, uma espécie de almôndega gigante achatada, preparada à parmegiana e banhada al sugo com parmesão. De seu interior jorra um riacho de mozzarela derretida, quando você corta. Delícia imitada (e nunca igualada) por falsificadores baratos de outros restaurantes.

Fica gostoso acompanhar o Polpettone com um macarrãozinho delicado, de molho claro e cremoso, que a casa prepara incluindo pedacinhos de cogumelo fresco na receita. Chama-se Linguine Alla Crema. Uma espécie de espaguete, mas é quadradinho, feito lá. Um tesão.

Iguaria rara. Quando olho a foto, o gosto vem e clama.

Chegando em Congonhas, acabo imitando Karol Wojtyla.

Porque eu preciso de um gravador:

– E o ladrão já ia pedindo a minha carteira, quando viu a do passageiro. Aí, ele ficou assustado e saiu pra fora.
– Nossa. E aí?
– Foi logo falando “Entra pra dentro, entra pra dentro!”; eu também saí pra fora, nem quis saber. Saí pra fora junto com o passageiro, e a gente ficou ali enquanto o cara pedia para entrar pra dentro. “Entra pra dentro, entra pra dentro, não sai pra fora!”, nervoso. A gente nem entrou pra dentro, depois, porque apareceu uma pickup do prédio, iluminando a rua…

24/10

O sono é um crédito a fundo perdido.

23/10

Enquanto canalizam a glória nacional pela chuteira, fortalecem o escanteio social.

Não é apenas o estudo; mas a cultura do investimento acadêmico para derrocar o panteão burguês, babaca. Há que repartir o conhecimento e a oportunidade.

Nome Zero.

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