30/04

No rádio, a chamada para duas festas daquelas: Abadabadu e Abadacadabra.

Eu não posso andar armado.

29/04

Recorrente é a relação entre a proibição dos celulares em postos de abastecimento, e um tal e-mail apócrifo sobre a eventual explosão provocada pela faísca de uma bateria do tipo. Bobagem, pelo o que sei.

É mais provável que a ignição do carro o faça, até.

– A Realeza não suporta a rejeição.
– O mal súdito.

28/04

Nunca te vi, sempre te Amélie.

27/04

CATHO parece um anagrama.

Em um documentário sobre o “lendário” tiroteio de Tombstone, a narração explica: Era uma cidade dominada por dois grupos armados.

Devia ser horrível viver em um lugar assim.

Uma pesquisa rápida aponta, aliás, uma segunda relação para com o Brasil.

26/04

Da convivência com mulheres, uma irritação: ô grupo friorento.

25/04

É estranho olhar para o quadro com a programação da semana, e encontrar:

17h – Reunião Morte Encefálica.

Medo.

24/04

Penélope Nova e Ally Hilfiger.

Doze anos atrás e a memória que desconvida à solicitação, mas, ainda assim, a sensação inesquecível da primeira aparição do Living Colour no Brasil. A década entra, o retorno promete e o resultado não deixa sobra – mais uma apresentação de foder poder. O resvalo da farofa, ao deixar dez belas mulheres dançando no palco, a inocuidade do protesto melódico contra o imperialismo, e mesmo a ausência daquela meia hora final, para terminar os clássicos restantes, foram pequenos diante da monumental energia que corre pela veia negra.

E ter isso de graça, não tem preço – com trocadilho.

23/04

Os contrários que me perdoem, mas, na existência humana, o mais poderoso artefato bélico é a ignorância.

A Informação é válvula.

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