31/05

“Em política econômica e monetária, a dose faz o veneno. E houve um erro de dosagem, uma overdose.”
José Serra apud Cristiano Romero e Maria Cristina Fernandes, Valor Econômico.

30/05

II Festival Internacional de Cinema Pobre.

Aclaremos los malentendidos.

Cine pobre no quiere decir cine carente de ideas o de calidad artística, sino que se refiere a un cine de restringida economía que se ejecuta tanto en los países de menos desarrollo o periféricos, así como también en el seno de las sociedades rectoras a nivel económico-cultural, ya sea dentro de programas de producción oficiales, ya sea a través del cine independiente o alternativo.

Manifiesto del cine pobre

1 – El intento de globalización acentúa el abismo entre el cine pobre y un cine rico. Ello comporta, definitivamente, el peligro de la implantación de un modelo único de pensamiento, sacrificando a su paso la diversidad y la legitimidad del resto de las identidades nacionales y culturales.

2 – Hoy día, es la revolución tecnológica en el cine, la portadora de eficaces medios de resistencia a este proyecto despersonalizador, al consolidarse progresivamente nuevas posibilidades técnicas, que como en el caso del video digital y su ulterior ampliación a 35mm reducen notablemente los procesos económicos de la producción cinematográfica.

3 – Ello repercute en una gradual democratización de la profesión, al desequilibrar el carácter elitista que ha caracterizado a este arte vinculado inexorablemente a la industria.

4 – Aprovechar y estimular esta reducción de costos de producción, significará en un futuro inmediato la inserción en la cinematografía de grupos sociales y de comunidades que nunca antes habían tenido acceso al ejercicio de la producción del cine, a la vez que dará perdurabilidad a las incipientes cinematografías nacionales.

5 – Ello será el baluarte fundamental para escapar de un sentimiento de indefensión ante el vandalismo globalizador y permitirá legitimar, de una vez y por todas, la polivalencia de estilos, legados y propósitos de un arte que no será patrimonio de un solo país ni de una sola e impositiva concepción del mundo.

6 – Para que esto ocurra eficazmente, habrá que derribar el muro del control de la distribución cinematográfica por un solo grupo de mayores o transnacionales, que genera la alienación del público, al no tener éste acceso a las obras de sus autores nacionales.

7 – Ello nos permitirá luchar contra el espectáculo de la violencia gratuita cinematográfica, que envilece a las audiencias y especialmente a los espectadores más jóvenes.

8 – Una gradual desalienación del público solo será fecunda si los diferentes gobiernos implantan acciones legales que apoyen la producción y la distribución de sus obras cinematográficas autóctonas.

9 – Entonces el cine habrá salido, definitivamente de la era de la barbarie.

Humberto Solás.

29/05

Tudo muito bom, tudo muito bem, e ligeiro. Viagem tranqüila, ótimos reencontros, boas lembranças e uma palestra leve, sugerindo os “velhos” tempos. Talvez a dupla não esteja conceitualmente extinta, como eu costumo imaginar.

Outro bom sinal, a presença da Débora Falabella durante o vôo de ida. Mulher-de-bolso, coisinha do pai.

27/05

Viagem a Brasília, para matar a saudade do NDesign de 1999, rever pessoas e participar da 2ª Semana Acadêmica de Design de Interfaces, SemaDI – não necessariamente nessa ordem.

Sábado nóis volta.

26/05

Outrora comentado, volto aos “serviços de inteligência”, pelas citações jornalísticas às operações de combate ao crime nos morros.

Deve ser difícil mesmo, ampliar a particularidade para todo o contingente.

Trabalho, desde 2003, no Elesbão e Haroldinhos.

25/05

Aos esportistas de poucas modalidades e aos de origem humilde – e somente a eles – é consentido o reconhecimento uníssono da conquista, neste país. Não é novidade. Escapa também, por vez, algo que não seja do brilho do vidro, da celebritização da coisa ou alguma atividade que, de tão específica, passe abaixo do paralelepípedo. Ainda assim, é entregue ao radar bolorento que teima por manter-nos pequenos, contidos, vitoriosos-da-mesa-de-bar, resignados com o canto escuro do quarto, onde, ao denunciar o mundo, entregamo-nos em qualquer entrelinha, como se o caráter fosse uma aferição bancária às avessas. Mais seriedade, por favor.

24/05

E hoje eu vi um Gari com a cara do Marcelo D2.

Ou seria o contrário?

É isso mesmo? O Goulart de Andrade virou cheerleader da Polícia de São Paulo? Não é a terceira ou quinta vez que flagro a figura em matérias do tipo, teatrais, panfleteiras.

Verdade seja dita – não é o mesmo apresentador ou o mesmo programa das saudosas madrugadas, há quase vinte anos. Nem a música tema, aliás.

Não vale a pena.

23/05

‘cê viu o nome do sherpa que bateu o recorde de subida do Everest?

Pemba.

Deixa quieto.

A relação do Júri do Prêmio iBest me classificou “Diretor de Arte”, um engano típico da orientação ao cargo.

O Diretor de arte acaba sendo na maioria das vezes um flanelinha de design.

Isso não é bom.

22/05

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