31/05

30/05

29/05

Tudo muito bom, tudo muito bem, e ligeiro. Viagem tranqüila, ótimos reencontros, boas lembranças e uma palestra leve, sugerindo os “velhos” tempos. Talvez a dupla não esteja conceitualmente extinta, como eu costumo imaginar.

Outro bom sinal, a presença da Débora Falabella durante o vôo de ida. Mulher-de-bolso, coisinha do pai.

27/05

Viagem a Brasília, para matar a saudade do NDesign de 1999, rever pessoas e participar da 2ª Semana Acadêmica de Design de Interfaces, SemaDI – não necessariamente nessa ordem.

Sábado nóis volta.

26/05

Outrora comentado, volto aos “serviços de inteligência”, pelas citações jornalísticas às operações de combate ao crime nos morros.

Deve ser difícil mesmo, ampliar a particularidade para todo o contingente.

Trabalho, desde 2003, no Elesbão e Haroldinhos.

25/05

Aos esportistas de poucas modalidades e aos de origem humilde – e somente a eles – é consentido o reconhecimento uníssono da conquista, neste país. Não é novidade. Escapa também, por vez, algo que não seja do brilho do vidro, da celebritização da coisa ou alguma atividade que, de tão específica, passe abaixo do paralelepípedo. Ainda assim, é entregue ao radar bolorento que teima por manter-nos pequenos, contidos, vitoriosos-da-mesa-de-bar, resignados com o canto escuro do quarto, onde, ao denunciar o mundo, entregamo-nos em qualquer entrelinha, como se o caráter fosse uma aferição bancária às avessas. Mais seriedade, por favor.

24/05

E hoje eu vi um Gari com a cara do Marcelo D2.

Ou seria o contrário?

É isso mesmo? O Goulart de Andrade virou cheerleader da Polícia de São Paulo? Não é a terceira ou quinta vez que flagro a figura em matérias do tipo, teatrais, panfleteiras.

Verdade seja dita – não é o mesmo apresentador ou o mesmo programa das saudosas madrugadas, há quase vinte anos. Nem a música tema, aliás.

Não vale a pena.

23/05

‘cê viu o nome do sherpa que bateu o recorde de subida do Everest?

Pemba.

Deixa quieto.

22/05

Picasso na Oca.

Que frase.

21/05

A demagogia corporativa não é exclusiva do jornalismo, mas encontra nele, por certo, um amplo farnel com a própria questão da notícia, e de sua captação – ou produção. É nauseante como a bandeira dos grandes inustiçados, os únicos ou últimos remanescentes da informação dita correta.

Erro, não nego. Apago quando puder.

Entendeu, governo Mula?

20/05

Há prazer com a nebulosidade, as dezenas de hipóteses, a falsa confirmação das coisas. A verdade nos frusta, quase sempre.

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