23/10

Quanto mais eu conheco as pessoas, mais eu prefiro o Illustrator.

22/10

21/10

Na PUC, o rapaz do ponto de táxi refere-se a mim, sempre, como “Professor”.

Ainda acato.

– Demais.
– De mais a mais…
– Sem mais no momento.

20/10

“Versão do Diretor” é ótimo. Vou lançar, nos trabalhos, a do designer.

Mariana Kotscho. Bocão.

19/10

Eu ainda planejo uma diarréia para qualquer banheiro com merchandising.

Briga entre iguais.

18/10

Circulou pela empresa, há dias, um curioso requerimento para avaliação interna.

A despeito da arbitrária aplicação, limitei-me à autocrítica, que infelizmente não vê paralelo. Essa falha, eu encerrei.

Passeatas e movimentos pela paz, e nenhum pela vergonha na cara.

De todos.

17/10

– Mas, você acabou não fazendo o lançamento do livro?
– Fui deixando, por preguiça e timidez, até que a editora o fez por conta própria, online. Essa arbitrariedade acabou resolvendo o problema.
– E muita gente provavelmente nem sabe do lançamento, ou de você, ainda.
– Eu virei o meu próprio ghost writer.

16/10

Espero não ser por alguma concessão infeliz, provavelmente, o dia em que este dedo usar uma aliança.

Já reparou nos olhos da Elaine Bast?

Repare. Em tudo.

15/10

Ainda que as novas gerações tragam maiores estaturas – e demanda –, basta que haja desvio de nosso peso padrão, para que o indivíduo mais alto ou largo encontre-se alijado pelo vestuário comum.

Se, magro, já me enquadro segundo os limites, o que dirão os quilos que sobram? E aqueles maiores? São tantos, e tantos são os problemas de quem é tratado como exceção. Chegam a soar irônicas, essas pessoas de salto.

Tamanho único? Humor negro.

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