31/01

Parentesco deveria ter prazo de validade.

Quando efetivarem uma ferramenta de busca por reconhecimento ótico, eu vou realmente começar a ficar com medo.

Mais.

30/01

29/01

O tesão acaba quando o microfone vaza.

Margem.

Duas gringas sobem a rua, clarinhas, nestes píncaros de ocupação turística das redondezas. Convém espalhar armadilhas de caça, e um par de sandálias como isca.

Depois, é correr pro tour.

28/01

Com a compra da Gillette pela Procter & Gamble, quem deve brindar também é o já mítico Jorge Paulo Lemann. E não deve parar por aí.

Eu vou é forjar um DNA.

A legenda anti-social carrega algumas benesses com a prerrogativa. Ruim é tê-la amplificada ou inventada por terceiros, eventualmente.

É a arte do desencontro.

27/01

Você não pode apenas comprar algo. É necessário alardear as condições especiais, exagerando fatos e inverdades para quem já possui.

26/01

– Mas a esperança é a última que morre.
– Então você concorda que ela morre.

‘tô pra conhecer café que esfrie mais rápido que o do escritório. Um piscar de olhos, e Coca-Cola.

É o café em pó volúvel.

25/01

Durante o preparatório para mestrado – que não vingou –, um professor apresentava o Pós-Doutorado em Estética, na Alemanha.

Imagine ser chamado de feio.

“Esse é o cara que faz aquela revistinha.”

“É ele quem fez aqueles funks!”

Quebra a monotonia, pelo menos.

24/01

23/01

Melhor do que ter uma vinheta como símbolo da comunidade dedicada aos IDs da MTV, no Orkut, é justamente acompanhar o debate que ali especula sobre cada possível entrelinha, ignorando o exercício do inesperado que forma – aí, sim –, pelo conjunto, a identidade da Emissora.

Ps.: E o designer que veio alertar sobre a grande semelhança entre o nosso material e um filme? Haja cultura.

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