Já são corriqueiros ao deitar, os pensamentos sobre a morte de alguém próximo, principalmente meus pais.
Há dois meses, toda noite.
É foda.
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28/02
Já são corriqueiros ao deitar, os pensamentos sobre a morte de alguém próximo, principalmente meus pais. Há dois meses, toda noite. É foda. 27/02
Menos uma frustração na vida: sou o feliz proprietário de uma fragmentadora de papel. Basta uma brincadeira para pescar o tom raivoso das respostas preconceituosas daqueles mais próximos. É o microcosmo da lama coletiva. 26/02
Acho que eu nunca vou parar de me divertir com os nomes de Escolas de Samba paulistanas. É bom rever uma das grandes referências do terror “setentista”, A Sentinela dos Malditos, que tanto amedrontou aquele garoto notívago à época do especial Casa do Terror, toda meia noite de quinta, na Globo. Assistir com outros olhos, naturalmente, implica também na detecção da bela atriz principal, Cristina Raines, esguia e charmosa como se deseja. Que beleza. 25/02
Não contenho a desconfiança diante da comunicação politicamente correta. Prefiro acreditar em intervenções individuais, diretas. Essa pulseira Livestrong, por exemplo, está mais para régua de esfíncter. Há um indiscutível e oficializado atraso em minha pequena correspondência por e-mail, já abordado por aqui. Imagino que o mesmo seja a razão pela qual abandonem a tréplica, e eventualmente qualquer nova resposta. Existe ainda a possibilidade do filtro automático, em tempos de mensagens não-solicitadas. Vá saber. De todo jeito, qualquer suposta falha de etiqueta não será próxima à chatice daqueles que cobram compulsivamente o reply. Você acredita mesmo em premiações não-aferíveis? Masturbação é que é homenagem. O resto é politica e chute. 24/02
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