No edifício em Botafogo, a câmera de segurança dentro de uma gaiola.
O que seria, afinal, a tal “educação”?
A mecânica do cumprimento? O ritual de perguntas e saudações, os tais gracejos do manual social? E quantos os seguem como Poodles treinados, senão a maioria? É isso a que se referem?
Que não se entenda a controvérsia como um repúdio ao trato alheio, mas a necessidade de escolha onde se faça sincera a abordagem, como quando levantei o desagrado no cumprimento daqueles de convívio cotidiano – o desperdício verbal em nome da falsa moral.
Aos que ainda insistem na tolice, ou que me relatam aos ouvidos alheios, por favor, respeitem-me. Respeitem-se. Isso é ser educado e pleno em seus atos.
Com a palavra, o nobre Laerte:
– “Bom dia.”
– “Prove.”
O negro-de-fumo é obtido do resíduo aromático, produto resultante do craqueamento de petróleo – o fornecimento de resíduo aromático de pirólise (…)
Patrick Cruz, em artigo do dia 9 de março para o Valor Econômico.
Poluída é a mente.
E quando a baixa qualidade é o anzol? Não aquela provocativa e planejada, mas a simplória, o original, que no caso de um blog pode exercer o estranho fascínio que implique em visitas regulares, quase que em peregrinação antropológica?
É o direito inalienável ao roteiro trash de cada um.
Se há um misto de paciência e metodologia para manter atualizados blog e fotolog,
a determinação sublinha a manutenção do videolog – fora a minha eterna disposição nerd.
E o suor vale, como prova o Saideira em seu primeiro ano.
E a Record, em processo de aquisição dos estúdios do Renato Aragão, próximos ao Projac?
Provérbio.
Você acredita que o tamanho de uma empresa é proporcional à perniciosidade?
Porque é assim que as pessoas reagem.
Eu queria reproduzir essa campanha dos quarenta anos da Globo, com os artistas recitando letras de trash metal.
A revista Projeto Design deu um belo destaque à Visorama no especial sobre a produção carioca, apresentando um texto simples e majoritariamente correto, salvo o pequeno espaço para a figura do terceiro sócio, Mateus Moretto – o Dean Martin do design norte-fluminense. É compreensível que o histórico de divulgação da dupla propicie o engano, mas não se pode cometer a injustiça de menosprezar outros integrantes do escritório atual.
O nobre rapaz merece todas as honras que cabem ao escritório.
No andar das coisas, meus pais proporcionam muito mais lembranças ruins, que boas. É a contagem.
O resto da família, então, não faz cosquinha.
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