28/03

Descobri há poucos anos um público resistente ao Dire Straits, banda que embalou boa parte de minha adolescência naquela segunda metade dos anos 80. Era ela que eu aguardava, e que inacreditavelmente deixei passar há quase cinco anos em uma versão enxuta ainda capitaneada pelo Mark Knopfler. Se me serve de consolo, o repertório que realmente interessaria assistir é aquele pré-85, há muito fora de circuito.

27/03

Agora tem versão d’O Aprendiz com a Martha Stewart. Quando houver a brasileira, já vamos imaginar a vencedora no Talavera Bruce.

O sujeito já sua horrores. Acima do peso, então, vira efeito especial.

26/03

iTunes. And you?

Das muitas opiniões que o tempo muda, mantém-se inabalável uma preferência profissional por aqueles pequenos projetos, livres dos manuais de marketing e das imposições verticalizadas desde a matriz distante. A produção e o retorno até melhorariam, tenho fé.

Todo cemitério me soa como uma excrescência urbanística. A memória dos entes passados não pede por um jardim de cimento e caixas de decomposição, úteis no máximo para aqueles primeiros dois anos em nome do ritual. É o caso da adoção de jazigos temporários, menores, e da conversão das necrópoles em florestas ou parques. Celebrar a vida, sabe.

25/03

Sempre que alguém vem com o papo do esporte ser a porta de entrada para a disciplina e o estudo, eu lembro de todos os intelectuais dos campos e quadras. É.

Uma boa coisa não justifica uma coisa boa.

– A coletivização da produção agrária chinesa produziu trinta milhões de mortos.
– Pô, foi Mao.

E quando você parece o único a não gostar de um trabalho ampla e exaustivamente elogiado?

Rossééé!!!

24/03

A turma do contra bate continência, mas eu teimo em acreditar nas benesses do Panamericano, ao menos pelos equipamentos legados. Só me aborrece a novela do autódromo, a possível amputação da pista que só confirma a tendência do Foder Público em canibalizar tudo aquilo que pede planejamento e atenção. Com tanto terreno ali do lado…

Enquanto isso, Santa Catarina levanta o seu complexo de velocidade. Já vimos o filme.

Foi só abordar a tristeza, e descobrir pela mãe-astróloga que acabo de deixar um aspecto negativo presente há três anos. Bem sei como foram desesperadores alguns daqueles dias, principalmente em junho de 2004. Foi como atingir um novo e desconhecido estágio de tristeza. Impressionante.

Agora, é cuidar para que a assunção tenha em vista a melhora, e não um “discurso de vítima”.

Trabalhar de graça pela divulgação só divulga que se trabalha de graça.

23/03

Por que é que demoramos a jogar fora as canetas que não funcionam?

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