Seria interessante uma televisão com barra de progresso.
Nem é pela ironia do termo, sabe.

Só dói quando eu instalo.
Um celular desligado, e a folga em seu apogeu:
– Viadinho, te liguei ontem. Não recebe mais ligação a cobrar?
Vitória da Conquista é uma cidade-pleonasmo.
Kaanda Ananda e Moacyr Luz.
Não é que a vingança seja obrigatória; apenas considerada.
Afinal, errar é eu.
No programa culinário:
– Já posso liberar o rondelli?
Isso é de cada um.
Se as enormes reservas de carvão russo contribuem para o efeito estufa, é o caso do Brasil repensar a tradição do churrasco.
Tomara.
O gaiato que fez a comitiva ao Alckmin gastar uma tarde no vizinho Edifício Argentina – cujo movimento não justifica –, certamente buscava um padrinho para a filial da Casa do Pão de Queijo que ali estreava. Fome Zero.
Diga-me o seu IP, e personalizarei um anúncio às cegas:

Edição com dois banners.
Isso é muito engraçado.
Fonte segura: em determinados presídios, a presença de galinha no cardápio é informada com o nome da governadora.
– O Café estava cheio, aí desanimei. Fora que hoje é um daqueles dias em que acho que estou sendo observado o tempo todo. Aí, já começo a pensar que tem algo na minha roupa, no rosto…
– Igual ao Fulano, que ontem me perguntou três vezes se tinha algo na cara. Eu devia ter dito que sim! Coisa de gente surtada.
– Em dado momento, achei que dois homens me observavam. Tenho trauma disso, já levei cantada mais de uma vez… até patolada.
– Pera… Patolaram mesmo?
– Há alguns anos.
– É porque você se encaixa na descrição de “urso”.
– É, é, eu sei.
– Tem um amigo meu que iria se apaixonar por você.
– Era só o que faltava.
– Eita! Fulano tá dizendo que esse meu amigo acha você gatinho.
– Puta merda.
– HAHAHAHAHAHA.
– “Urso” é sacanagem, eu tô emagrecendo!
– Mas continua peludinho, barbudo e meio careca.
– “Excesso de testosterona”, diria Mestre Tada.
– HAHAHAHAHAHA E a patolada?
– Meu grupo estava em um ambiente que eventualmente tinha público GLS, e até aí, tudo bem. Em dado momento eu fui ao banheiro, e, lá dentro, já estranhei a posição do espelho em relação ao mictório: quase um retrovisor de urologista. Quando saí, parei junto à porta e comecei a me dar conta de que só havia homem ali. Era só G, mesmo.
– Pfff… ‘cê é muito bobim.
– E foi o tempo de pensar nisso e passar um sujeito rumo ao banheiro, com a mão totalmente boba… VLAP!
– HAHAHAHAHAHA
– E seguiu para o banheiro. Porra, poucas vezes tomei um susto desse nível. Fui para junto do pessoal, totalmente “Unhé, unhé, quero ir embora!”
– HAHAHAHAHAHA
– Agora, só falta me dizer que esse seu amigo é designer.
– É. HAHAHAHAHAHA
– Tanta designer linda por aí…
– Fulano disse que ele já te viu e achou gatinho.
– Eu sou um cagado, mesmo.
– Mas ele é lindo. Tudo questão de gosto.
– Argh.
Vem do pessoal do Roupa Nova a curiosa ironia: à medida em que rarearam as aparições na tevê, intensificou-se a demanda por shows.
Livres da saturação e da imposição das caixinhas sonoras, as pessoas exercem o gosto; e gostam. Receita fácil, popular e renegada. Sempre.
– Aqui, uma lua linda, linda mesmo.
– Aqui, Lula minguante.