E o nobre Vitor Tubino envia em PDF a monografia sobre Elesbão e Haroldinho, orientada pela professora Heloisa Regina Souza para a disciplina de Pesquisa em Design I, da Universidade do Oeste de Santa Catarina, Campus Xanxerê.
É o trabalho mais abrangente já realizado a nosso respeito. Parabéns, Vitor.
– Agora tem esse papo de “beber luz”, esses sucos estranhos. E quem lança – ou copia primeiro – isso é justamente o povo que já deve ter uma alimentação totalmente natureba.
– É por isso que a Marisa Monte tem aquela cara de carnaval veneziano.
Do Paulo “fortinho” Bonfá ainda se espera algo. Agora, o tal do Marco Bianchi dá pena. Nem escada o sujeito consegue.
Findo o terror da madrugada, já havia quem posasse em frente à cabine policial metralhada em Botafogo. ‘taí uma vocação carioca.
E o Madame Tussaud já se adiantou em preservar para as futuras gerações incrédulas, um registro do Ronaldinho Gaúcho. Fosse eu, faria o molde para o mercado naval.
Essa luz sobre as comunidades virtuais bem lembra o meu envolvimento com o Alphaworld, em tempos de Internet discada. Não foram poucas as madrugadas em nome da construção de um teatro – muito bem localizado, diga-se –, e de um pavilhão não concluído em um subúrbio digital. Faltou pouco para virar um Ricardo Amaral binário.
É a verve de arquiteto, ainda ativa.
Karin Felix, apresentadora do Canal Rural.
Todo mundo está acostumado à representação do gênio temperamental, insano, que praticamente contrampõe a excelência da produção com o comportamento infantil.
No mundo real, geralmente só um aspecto prevalece.
– Seus alunos são de Xangai, mesmo?
– A maioria, mas tem gente de longe que mora no campus, uns vinte por cento. E outros da Tailândia, Malásia e Indonésia, que são os melhores, que falam inglês com fluência. Pra mim, como diria Garrincha, é tudo João – ou Cheng. Aliás, já sei diferenciá-los!
– Agora sim!
– Não vão mais fazer prova um pelo outro!
– Opa!
– O bizarro é que eles são rebatizados, ganham nomes em inglês. Já te contei?
Ou será que a Barbie removeu costelas?
Ladrão que absolve ladrão tem 90,7%.
Em tempos de caos – ou caô – aeronáutico, é hora de agradecer pela inexistência de 747s em operação regional. Não iria ter saguão pra todo mundo.