


Grande Billy.
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28/02
27/02
Essa tentativa de encobrir a marca Apple dos notebooks utilizados em filmes acaba saindo pela culatra, pelo menos para o perfil consumidor. Duas opções se apresentam quanto à tendência maior em acatar opiniões alheias: uma certa desistência ou desinteresse dentro de circunstâncias que não valorizam o argumento; e uma aceitação da observação externa, que em muitos casos revela-se mais do que saudável. 26/02
– Tem alguém na Globo.com que usa nossas fontes em várias chamadas. 25/02
Já avisei sobre as calçadas próximas à estação do Corcovado. Outro dia, quase que uma gringa torce o pé. E depois alguém acha que a saída é campanha publicitária. 24/02
Almoçando, sinto a mão no ombro e o cumprimento: – Fala, barba! Tudo bom? – e vai abrindo a pochete, retirando canetas e colocando à minha frente. E sai do restaurante, sem qualquer outra abordagem. ‘taí um perfil detestável. Se um dia eu abominar o teatro, será por isso. E “barba” é a vaca da mãe dele. 23/02
– Sem sacanagem, o maluco tá cantando a musica dos Sete Anões. 22/02
Depois de todo o sol carioca, adentro o WTC e tomo o elevador com dois portadores, conversando animadamente. Eis que o primeiro encosta junto à porta: – Ih, caralho. Apertei uma porrada de botões. Olho aquele painel de Chernobyl. – Porra, vai dar pane nisso aí – diz o segundo. Penso no calor de esfolar beduíno. – Ih, carai – diz o primeiro, rindo. Pensei em buscar a origem daquele riso – arrancando o ciso –, mas a preocupação com a temperatura era maior. Naquele ritmo lento, o elevador que mal anuncia seu movimento, o suor e Kenan e Kel ao lado… em algumas horas alguém encontraria aquela cápsula como uma Campbell’s sabor testículo. 21/02
– Gostou? Minha vida é um filme brasileiro. |
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