De Nova Iorque requerem orçamento para um alfabeto digital, nas versões regular e bold, baseado em caligrafia já existente, letra bastão. Desacostumado – já se vão sete anos desde o último –, recorro à orientação de alguém envolvido com a rara atividade, que retorna uma razão de valor desanimadora.
Isto posto, e com a desorganização interna, perdemos o prazo de envio.
Há pouco vem a amiga do sócio – responsável pela consulta – informar que o contratado fechou por uma quantia vinte e cinco vezes superior ao que havíamos imaginado. Simples assim.
Não estranharia ouvir que alguém “assumiu-se hétero”.
‘tá, vou assistir comédia romântica um dia.
Hmpf.
Carlos Lessa vem lembrar da peculiar condição das duas baías – Guanabara e Sepetiba – que jogam com a própria (re)contextualização histórica da vocação urbana, à medida que a Zona Oeste é ocupada e que eventos como o Pan trazem para o centro geográfico alguns dos equipamentos públicos. Ainda lembro de um mapa antigo preso à entrada da antiga sede da Tátil, vizinha à EBAL em São Cristóvão, definindo um futuro – e literal – Centro Metropolitano. É um dado importante para a Cidade espraiada pelas bases dos maçicos, resumida desde sempre à expansão linear.
E por sua dificuldade, como a mulher que desafia para explodir em sensações, é que a amo.
Ps.: No Pan, um grande aspecto foi a ocupação do Complexo Miécio da Silva, descentralizando para outros lados e proporcionando a outras pessoas os mesmos direitos.
Volto a lamentar a verborragia que, a título de vender qualidade como volume, prende nossos impressos n’outro século. O volume de informação cresce, como a necessidade do jornalismo objetivo, conciso e até ecológico – pela economia de suporte.
No Vidigal, o Laudêmio sai mais em conta.
Vôlei feminino é o melhor esporte de todos os tempos.
A cansativa sonoridade televisiva encontra folga em alguns de meus programas de cabeceira na TVE.
Faz lembrar de alguns comerciais de Chivas no GNT, que também remetem às boas coisas.

Eu, que detesto pedidos de viagem, diante da generosa oferta de Tiago Lins, sucumbi. E que bom.
PS.: Um Moleskine e uma caneta foram presentes europeus do Pequeno Haroldo. Assim, eu me acostumo.
Diante de alguém que não relata seus reveses, eu só posso imaginar uma piscina de bolinhas.
Desde a compra externa de um Micro System há quinze anos, que rendeu notificação e depoimento junto à Receita, sucedido por teorias astrais lançadas pelos Pais, entendi que, mesmo não sendo transgressor, deveria pautar o caminho pela norma. E como é difícil viver à margem da oficialidade, da sociedade que premia e lhe prova diariamente, ao lado, como é farta a recompensa para quem se perde.
E, se um ideal de caráter também passa pelo trauma, sorrio diante das verdadeiras oportunidades. É a verdadeira herança familiar.
Dos corretores que me acompanham, um, pelo tempo, merece apresentar o destinado. É a minha torcida.
Da utilização da câmera do celular para “trocar” instantes diários com três ou quatro contatos por aí espalhados, motivou-se a idéia de um agregador coletivo.
Eis, pois, que nasce o HUB, com o auxílio de Feijão Costa, mestre de obras do condomínio Bricabraque.
Ps.: Eventuais convites a novos participantes serão feitos com o tempo.