30/09

Ao relacionarem os pensamentos ao reflexo corporal, é inevitável pensar nas possibilidades.

Já me habilito.

– Assine contra o analfabetismo!
– Como?

~

– Assine contra o analfabetismo funcional!
– Hem?

Com a certeza de quem já o fez: manifesto tende a novidade encaixotada e em liqüidação.

Junte a tecnologia do trackpad do iPhone àquela do controle Wii, e teremos exponenciados os vídeos que proliferam com os jovens cientistas.

É a verdadeira diversão.

É cansativo ter encerrado o convencimento com: “Doeu?”

Para o tímido é patente, muitas vezes pelas inglórias forças do mal entendido, que a discrição no cumprimentar passe desapercebida e essencialmente mal educada.

Poucos entendem detalhes.

Seguindo a linha, ainda lanço a “HOW?”

Há o discurso que procura nos separar dos clichês mercadológicos, uma postura assoberbada, ingênua e de fé questionável, cuja digestão sucede minha birra.

Mas entendo a necessidade, e preciso aprender a conviver com o Mundo. Um dia.

Só “pás” constrói.

29/09

Um saxofonista e Take Five: daqui a pouco vai ter motorista empunhando a carteira de estudante.

Nem o maior desafeto consegue rebaixá-lo moralmente à maneira das mães.

Baseado em relatos, o cansaço pode ser explicado pela onipresença em sonhos alheios.

Saudade, em certo ponto, das roupas de alfaiate.

Pelas filigranas diárias vem sempre a consciência, a noção da pequenez intelectual revista e ampliada pelos próprios trâmites ao redor. É disso, dos próximos e cumulativos átimos que devemos nos precaver, evitar o comboio, organizar fatos e aprender. Haverá tempo, é só querer.

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