31/07

– Onde foi que eu urrú?

Aconteceu, virou macete.

Declarada ou insinuadamente insatisfeito, percebi-me com os anos envolto em bruma ampla, cuja vedação – a inconformidade pessoal –, mental e física, muito me afastou do alheio por temer reações que em sua maioria passam ao largo da realidade. E ao observar como a idade passou e pouco sugeriu, anoto que pouco avancei. Ainda preso aos medos bobos, ao querer-me um querer que não se tem, não consigo e não existirei, pois enlouqueço pelo intangível e seus predicados que só acrescentam o tempo e as decepções.

26/07

Nada acontece por ocaso.

25/07

Era tão feia, que na academia fazia exercícios militares.

Sua importância é muito opinativa.

24/07

Se serve de consolo… enfie no cu.

22/07

Age, auge, age.

“crítica gastronômica” pode render vigilância sanitária.

17/07

Eucentrismo, a tese que nunca morreu.

16/07

Em IMC, o M é de Moda.

9/07

O silêncio que reforça a distância pode remeter mais à conveniência do cenário egoísta. Para quem legisla sobre o alheio, o que é previsível ganha floreios bobocas.

Filme pornô é do gênero fricção.

6/07

O tempo atravessa a lânguida loura e o paletó que exibe uma fração do pescoço. Mas ela desafia a monotonia numa sincera palidez de escritório.

4/07

É a consciência do problema que nos dignifica.

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