29/02

Uma das belas comuns ao horário de almoço remete à sensual Mena Suvari – Angela Hayes, em Beleza Americana.

É no terninho que ela mata a gente.

XIII – Dia Internacional do Bracarense – O DIB de sempre

Como rezam os estatutos, já dizia Buñuel: “La tradición és una estatua que anda”. Em nome da tradição é que dizemos, apesar dos pesares, mais uma vez: Vem aí mais um, o esperado XIII DIB.

Há alguns anos, este magnífico e tradicionalíssimo evento não ocorre exatamente na data de 1º de Março. Desta vez, não será diferente. Então, sem muita enrolação:

A Fundação Para o Dia Internacional do Bracarense tem o prazer de convidá-los para o maior evento anual de todos os tempos:

Dia Internacional do Bracarense – décima-terceira edição – 3 de Março de 2008.

Esta tradição milenar mais uma vez não se repetirá, como no passado, em 1º de Março, junto ao aniversário da Cidade do Rio de Janeiro.

Em 3 de março de 2008, excepcionalmente, todos devem se dirigir à Rua José Linhares, numero 85B, quase esquina com a Ataulfo de Paiva, no bairro do Leblon, na cidade do Rio de Janeiro (Lat:22° 53′ – Long:43°17′ – antiga capital do saudoso Estado da Guanabara), Brasil. Sem horário definido, mas com a presença de alguns dos fundadores por volta das 19 horas. Ou não.

Lá, todos desfrutarão das melhores iguarias e dos nectares servidos neste santuário, em total harmonia, alegria e paz. Esperamos todos vocês! Agradeço a atenção dispensada.

Assessoria de Comunicação
Fundação Para O Dia Internacional Do Bracarense – Fevereiro de 2008.

28/02

– O portfolio dele é extenso.
– Trinta ou quarenta metros?

Graças aos Mórmons e seus registros além pares, cheguei ao até então desconhecido ano de nascimento de meu avô paterno: 1865.

Casado pela primeira vez em 1890, e com a minha avó no século a seguir, contaram-se até 21 filhos entre duvidosos e natimortos, sendo meu pai o temporão – como eu.

Minha tia mais velha, se viva, teria 117 anos. É o verdadeiro kerning familiar.

Ps.: Sem contar que meu avô concebeu até os 68. Ovelha negra, eu?

27/02




Identificando a preferência sexual:

– Ele reconhece fúcsia.

26/02

Mal disfarço o riso diante daqueles precocemente grisalhos, justamente os que reparavam em minha rala capilaridade pós-adolescente.

Sobre o Oscar: como Robert Boyle, eu esperaria 98 anos para dar as mãos a Nicole Kidman (ainda que um tanto desfigurada).

Laura Linney é outra que inspira.

Ps.: O teto do palco do Kodak Theatre lembrou o finado Cinema Condor Largo do Machado.

25/02

Depoimento no Orkut: “O que falar da Fulana?”

Globo.com, 22 de Fevereiro: (…) Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), porém, prova que o senso comum está errado. Considerando os números de horas efetivamente trabalhadas, o Rio de Janeiro é a cidade onde os habitantes têm a maior média de horas trabalhadas por semana, em comparação com outras cinco capitais brasileiras . Em 2007, o carioca trabalhou, em média, 41,1 horas semanais. Em segundo lugar vêm os recifenses, com 41 horas. São Paulo surge em terceiro, com 40,7 horas. (…)

Adoro os tombos dos mitos.

24/02

– Acho que vocês deveriam se atracar.
– Por quê? Ela é tarada?
– Não sei se é, mas tá numa situação de solteirisse há tempos.
– Olha, nunca senti algo por ela, mas talvez seja reflexo justamente da imposição que as pessoas ao redor fazem desde sempre. Pode ser que role algo ao vivo.
– É pilha boba, tem que ver qual é, mesmo.
– Bom, nem que sejam uns beijos.
– Uma trepada pode ser uma boa.
– Vixe.
– TRE.PA.DA que coisa chiquê.
– D.E.M.A.I.S

Por que não homenageiam grandes intérpretes com grandes intérpretes?

23/02

Via CrisDias

Você entende o volume da maratona, ao entrar no bar pela segunda vez perguntando à garçonete pela última passagem.

22/02

– Os brasileiros não compreendem o que lêem.
– O que você quis dizer com isso?

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