28/02

Metido a escritor e eventualmente empurrado pelo jornalismo, aquele jovem refoga o clichê dos gostos simples e populares – carnaval, futebol e o que de erudito (se assim soar) houver no cancioneiro; mais o rock –, invocando notórios boêmios para agir como se pelos falecidos tivesse procuração.

Não tem, não.

À maneira dos californianos e mexicanos, imagine um dia sem cearenses no Rio.

Joãosinho, se me permite: O povo gosta de brilho; quem gosta de fosco é intelectual.

“Crise do Crédito” é não creditarem muito do que se vê por aí.

27/02

Fãs de gente boa são muito piores que os das ruins.

Surgem olhos incomuns ao cumprimentá-las, brilhando qual mel fresco ao sol do meio-dia.

Essas bolhas plásticas protegendo encomendas não são excelentes canais de contaminação à distância?

26/02

“Fábrica de sonhos”

Esgotei-me para o distanciamento irônico perpetrado pelo colunismo em sua maioria. É uma escoliose jornalística.

Nelson Rodrigues sugere uma Rua Traidores da Pátria em resposta à Voluntários.

Em verdade já o são.

25/02

Otimista, um dia descobrirei o porque dos ônibus sinalizarem para o lado contrário.

Avisem sobre a falta do “s” d'”A Botafoguense Malas”.

O computador trava:

– Deu pau em todas as línguas.
– … A Margem.

Pela calçada, pernas trabalhadas, bronzeadas e embrulhadas pela justa bermuda “terninho”. Não eram glúteos, mas um planetário roliço, explosivo; puro ninho de verbetes.

Verão.

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