Metido a escritor e eventualmente empurrado pelo jornalismo, aquele jovem refoga o clichê dos gostos simples e populares – carnaval, futebol e o que de erudito (se assim soar) houver no cancioneiro; mais o rock –, invocando notórios boêmios para agir como se pelos falecidos tivesse procuração.
Não tem, não.
À maneira dos californianos e mexicanos, imagine um dia sem cearenses no Rio.
Joãosinho, se me permite: O povo gosta de brilho; quem gosta de fosco é intelectual.
“Crise do Crédito” é não creditarem muito do que se vê por aí.
Fãs de gente boa são muito piores que os das ruins.
Surgem olhos incomuns ao cumprimentá-las, brilhando qual mel fresco ao sol do meio-dia.
Essas bolhas plásticas protegendo encomendas não são excelentes canais de contaminação à distância?
Esgotei-me para o distanciamento irônico perpetrado pelo colunismo em sua maioria. É uma escoliose jornalística.
Nelson Rodrigues sugere uma Rua Traidores da Pátria em resposta à Voluntários.
Em verdade já o são.
Brainstorm, 19 de Fevereiro: Dois jovens diretores independentes de comerciais, David de 23 e Ian de 25 anos, resolveram demonstrar seus talentos com um curta-metragem baseado no game “Half-Life”. Apenas 24 horas depois de ter sido publicado no YouTube, o vídeo já contabilizava 1.5 milhão de visualizações. Aliás, nos últimos dias tem sido o vídeo número 1 no ranking global.
“Escape from City-17″ foi produzido com impressionantes 500 dólares, mas tem cara de blockbuster de ficção hollywoodiano. Segundo os Purchase Brothers, como David e Ian se denominam, o curta foi filmado em estilo guerrilha: sem dinheiro, sem tempo, sem equipe, sem roteiro. (…)
Anunciar grandes resultados a um custo baixo pode implicar em contratação para orçamentos limitados; ou, então, verbas exageradas pela fama, pressionando um improvável resultado proporcional.
Otimista, um dia descobrirei o porque dos ônibus sinalizarem para o lado contrário.
Avisem sobre a falta do “s” d’”A Botafoguense Malas”.
O computador trava:
– Deu pau em todas as línguas.
– … A Margem.