
Implacável com o iPhone em seu lançamento; agora, utilizando-o diuturnamente e longe do hype inicial, reconheço seus grandes méritos. Pela inexperiência comparativa, passo longe de reconhecer a autoria dessa ou daquela implementação – mas o conjunto resume-se. Aparelho porreta.
Estranho a celeuma em torno das reações da Igreja, como no caso da excomunhão da vítima do estupro que decide abortar. De questionar, sim, é a persistência de quem ainda se presta a relevá-la.
Tantas e tão inquietantes morenas pela rua, que você entende a inexistência histórica de guerra civil.
Campanhas contra o trabalho infantil parecem confundir o argumento de quem se regozija com o discurso “desde os XX anos”, volta e meia elencado para comprovar responsabilidade.
Kate Bosworth pode ser mais uma loura default das comédias românticas, mas, com aquelas costas… quem se importa?
É perturbadora a visão dos ônibus destinados às penas de execução na China.
Aqui, é concessão privada.
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