Ser tratado como objeto? Mas qual?
Não posso reclamar de novidades, quando instado à ultra-sonografia abdominal, como a de hoje.
Será um menino?
Primeiro você me azucrina
Me entorta a cabeça
Me bota na boca
Um gosto amargo de fel…
Depois
Vem chorando desculpas
Assim meio pedindo
Querendo ganhar
Um bocado de mel…
Não vê que então eu me rasgo
Engasgo, engulo
Reflito e estendo a mão
E assim nossa vida
É um rio secando
As pedras cortando
E eu vou perguntando:
Até quando?…
Que negócio pornográfico.
De posse do novo passaporte, contemplo o Stay Puft.
E se postes como os do Aterro do Flamengo fossem adaptados para energia eólica?
– Meu cachorro não parou de montar naquele que trouxeram.
– É para mostrar quem manda, essas coisas.
– Quem manda quer sempre foder os outros.
Já não é raro, no primeiro contato, ser avaliado por ela em aspectos que fogem ao cerne, como se necessário fosse colocar-me sobre a mesa, dissecado e reabastecido com as tais verdades da vida.
Passado o aborrecimento, é hora de rir.
– Mas você, também, é o maior “fácil”, né?
– É a convivência com o labrador.
“Preciso vê-lo toda semana”, diz a médica, enquanto o carente acredita.
– Que saco, uma pessoa resolveu encher o saco nos comentários do Blog, me chamando de gorda.
– Eu pago pelo mesmo em consultórios.
“A Oposição fala na criação de uma CPI”
Para efeito esclarecedor – ao ouvinte ou atirador –, “cantora de axé” [sic] deveria ter número.
Powered by WordPress
