* A IncrÃvel Máquina Engolidora de Dinheiro:
É de impressionar, por vezes, como a experiência cotidiana, geralmente profissional, determina falhas de retenção de memória que não se dão em atividades paralelas, geralmente ligadas ao prazer.
Se é birra das sinapses, acate-se.
Quando aparece alguém do jiu-jitsu, a identificação é de campeão mundial.
Devem ser competições semanais.
A nova situação que se explicita na geladeira do escritório: para cada bela cerveja dos sócios, um polenguinho light me consola.
”Maldito seja” o vÃcio insone que me leva à s pesquisas sobre história em geral, principalmente urbana e carioca.
Fissura do arquiteto e urbanista que não fui, ou puro amor geográfico?
Das hipóteses:
– Eu não namoro há anos.
– Foi gentileza me esperar.
As providências corporais que se iniciam já não encontram a mesma disposição de outrora, invertendo a lógica da necessidade e requerendo, ironicamente, a paciência que estes mesmos anos trazem. São aspectos que se entrecruzam para equilibrar.
E que vontade de comer “direito”.
Armado com o notebook, o perigo intrÃnseco. Para o bom preguiçoso, unir a cama ao teclado pode ser o princÃpio do fim.
– Alô, a Fulana está?
– S-s-s-e-vo-vo-vo-cêê ti-i-i-veeess-se li-li-li-gado u-u-u-uma ho-ho-hora-a ma-a-is ce-e-e-do, ti-i-i-i-nha con-con-con-segui-do…
Só porque é interurbano.
O excesso de esquizofrenia e depressão alheias sugere, de tais desfechos, um distanciamento fóbico.
O que pega é o recolhimento progressivo, sujeito a cuidado.
O Pré-sal é inimigo da perfeição.
E, mediante a prematura euforia governamental, uma nova promissória moral.
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