7/09

* A Incrível Máquina Engolidora de Dinheiro:





É de impressionar, por vezes, como a experiência cotidiana, geralmente profissional, determina falhas de retenção de memória que não se dão em atividades paralelas, geralmente ligadas ao prazer.

Se é birra das sinapses, acate-se.

6/09

Quando aparece alguém do jiu-jitsu, a identificação é de campeão mundial.

Devem ser competições semanais.

A nova situação que se explicita na geladeira do escritório: para cada bela cerveja dos sócios, um polenguinho light me consola.

5/09

”Maldito seja” o vício insone que me leva às pesquisas sobre história em geral, principalmente urbana e carioca.

Fissura do arquiteto e urbanista que não fui, ou puro amor geográfico?

Banqueiro não morre, vai para o paraíso fiscal.

4/09

Milícia para quem precisa, então?

Das hipóteses:

– Eu não namoro há anos.
– Foi gentileza me esperar.

3/09

As providências corporais que se iniciam já não encontram a mesma disposição de outrora, invertendo a lógica da necessidade e requerendo, ironicamente, a paciência que estes mesmos anos trazem. São aspectos que se entrecruzam para equilibrar.

E que vontade de comer “direito”.

Armado com o notebook, o perigo intrínseco. Para o bom preguiçoso, unir a cama ao teclado pode ser o princípio do fim.

2/09

– Alô, a Fulana está?
– S-s-s-e-vo-vo-vo-cêê ti-i-i-veeess-se li-li-li-gado u-u-u-uma ho-ho-hora-a ma-a-is ce-e-e-do, ti-i-i-i-nha con-con-con-segui-do…

Só porque é interurbano.

E se o sonegador alegar legítima defesa?

1/09

O excesso de esquizofrenia e depressão alheias sugere, de tais desfechos, um distanciamento fóbico.

O que pega é o recolhimento progressivo, sujeito a cuidado.

O Pré-sal é inimigo da perfeição.

E, mediante a prematura euforia governamental, uma nova promissória moral.

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