Provérbios corroem-se pelo provável das relações familiares ou o nome que se dê ao epíteto da relação humana. Mas há momentos, evocações.
Pois foi este encontro materno semanal a desdobrar-se em passado íntimo – se consideradas suas consecuções –, onde pela primeira vez nesses inconclusos 40 anos abracei a dimensão dos fatos e suas conexões; do inexorável até então obscuro.
E poder ouvir de sua voz catártica, embargada, como um filme em clarão fantasmagórico; tudo isso deu brilho, amansou a alma e banhou as pálpebras.
É que pela primeira vez, creio, dou real sentido ao papel da mãe.
Que seja, então, delas e sempre.
Não havendo o que dizer, contradisse.
Sobre o tempo que não houve, se assim a sentença conforma, o verbo contorce a lógica. É que o há, o pleno, instantâneo, zeloso como o horizonte que não se atinge e que a tudo comporta.
Pois agora, sob os fatos é que dizemos, à sua luz, que da realização não se excluem as sombras; e dos volumes e tudo o que se projeta e percebe, ordenar cabe somente ao conjunto.
A tentativa não é o que presume, mas o que encerra como preâmbulo ou capítulo da narrativa em desenvolvimento, seja qual for a sua pessoa, seu conjugador; o que se dá pela circunstancial janela do tempo, não adjetivável como registro que só compete ao passado pontuar.
A recorrência que presume apoderar-se do pretérito não existe em essência, pois dele constitui-se apenas em novo processo, uma eterna abundância.
Sobre as normas que se pretendem sobre a sensação, é bom que se diga: estatuto parado.
Diante da inexistência do sinônimo se abre a precisão. Havemos aí, pelo definido, a inequívoca semântica quântica.
Quando jogo aos mãos ao vazio, é apenas um abraço. É que me apego à volta.
Agora que o dia avançou à casa do vazio, sobra completo o fato dos anos de ontem, sempre esmiuçados e alagadiços, de pensamentos famélicos e dados inconclusos como convêm. Aos 39, nos estertores dos inta, sigo inquieto como a pedra portuguesa solta que bate nos pedestres.
Há teimosia ortográfica ao etiquetar a região entre a sobrancelha feminina e a base dos olhos, um côncavo indizível segundo o comportamento e sua cobertura.
Para o azar dos quânticos há o emocional das distâncias.
Imposto é o que se colhe. Desgosto o que se retorna.
Clássico é o em breve do qual se viveu um pedaço.
Realidade é o verbo que se vive todo dia. Diante da premência e do pragmatismo pessimista, é como se perguntássemos o que aconteceria se nada acontecesse.
Forward é espontaneidade desidratada.
O branco vai cinza, ou pelo menos assim o sugere.
Contrai-se o foco e o ruído indistinto.
O marasmo não conjuga.
Mas um sopro acontece e refresca à sombra dos pontos de luz.
Ventila o quarto, o meio e você inteiro.