1/09

De um poder impressionante os olhos italianos. E o da atriz recente só remete à esquentada paulista que se esconde na distância. Uma pena.

26/08

Do que se aprende no trabalho: é preciso estar perto para dar rasteira.

20/08

Órgão beneficiente é o cérebro.

15/08

Carpaccio é o meu adesivo de nicotina.

14/08

Não bastasse o inebriante conjunto, Drea de Matteo sobressai-se pelos olhos cortantes, imperdoáveis e flagrantes. Não é para iniciantes.

31/07

– Onde foi que eu urrú?

Aconteceu, virou macete.

Declarada ou insinuadamente insatisfeito, percebi-me com os anos envolto em bruma ampla, cuja vedação – a inconformidade pessoal –, mental e física, muito me afastou do alheio por temer reações que em sua maioria passam ao largo da realidade. E ao observar como a idade passou e pouco sugeriu, anoto que pouco avancei. Ainda preso aos medos bobos, ao querer-me um querer que não se tem, não consigo e não existirei, pois enlouqueço pelo intangível e seus predicados que só acrescentam o tempo e as decepções.

26/07

Nada acontece por ocaso.

25/07

Era tão feia, que na academia fazia exercícios militares.

Sua importância é muito opinativa.

24/07

Se serve de consolo… enfie no cu.

22/07

Age, auge, age.

“crítica gastronômica” pode render vigilância sanitária.

17/07

Eucentrismo, a tese que nunca morreu.

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